Ivan Barasnevicius é doutorando e mestre em Música pelo Instituto de Artes da UNICAMP e bacharel em Música, com habilitação em guitarra, pela FAAM/FMU. Ao longo de sua formação, desenvolveu também estudos nas áreas de instrumento, harmonia, improvisação e arranjo. Atua no ensino de música desde 1995 e é fundador e coordenador do EMIB – Espaço Musical Ivan Barasnevicius.
Sua trajetória como instrumentista e compositor reúne diversos trabalhos fonográficos em diferentes formações. Com o Ivan Barasnevicius Trio lançou Síntese (2012), Continuum (2014) e o single Minuano (2015). Ao lado de Rodrigo Chenta, mantém desde 2013 um duo dedicado à música instrumental, responsável por trabalhos como Novos Caminhos (2015), Antítese (2016), Volume III (2017), Standards? (2017), Simplicidade (2018), Guitarra Preparada (2018), Cedro (2019), Ballads (2019), Bricolage (2021), Jazz à la carte (2022) e Violão Preparado (2023). Participou também de trabalhos com a Beautiful Music Company, o Quadrilátero Trio e outras formações instrumentais.
Em 2026 participou das gravações do álbum Desembrulhaê, do cantor e compositor Mario Neia, juntamente com Dé Bermudez e Elder de Souza. Os três músicos também participam do álbum II, do mesmo artista, com lançamento previsto para 2027.
Na área editorial, publicou Harmonia para Contrabaixo pela HMP, em 2006, e Jazz: Harmonia e Improvisação pela Irmãos Vitale, em 2009. Foi também colaborador da revista Cover Baixo, escrevendo sobre harmonia e improvisação. Entre 2008 e 2012 apresentou na JustTV um programa de entrevistas dedicado à música instrumental brasileira, recebendo e tocando com diversos músicos da cena instrumental.
Rodrigo Chenta atua há mais de 25 anos como professor, compositor e instrumentista. Sua formação musical inclui estudos de guitarra e composição na antiga Universidade Livre de Música – ULM, atual EMESP, além dos cursos de Formação Musical e Técnico em Música, com habilitação em guitarra, pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Realizou também estudos como aluno especial em programas de pós-graduação no Instituto de Artes da UNESP e na FFLCH-USP.
Como compositor, possui mais de cem obras e desenvolve pesquisas independentes relacionadas à improvisação idiomática e não idiomática. Entre 2009 e 2019 dirigiu o portal Informação Musical, no qual realizou entrevistas com músicos e pesquisadores. Desde 2013 desenvolve com Ivan Barasnevicius um trabalho em duo voltado à composição, arranjo e improvisação para guitarras acústicas e violões.
Sua discografia inclui trabalhos solo como Concepção (2016), Influência Brasileira (2017), Brincadeira Séria (2018), Música Diferente (2019) e Acousmatic Music (2021), além de diversos lançamentos com o Rodrigo Chenta e Ivan Barasnevicius Duo. Participou também dos projetos Beautiful Music Company e Schizophonic Music Project e gravou, com o saxofonista Cássio Ferreira, os álbuns 31|36 (2017) e 15 (2018).
Dé Bermudez é bacharela em Música Popular – Baixo Elétrico pela FAAM e licenciada em Música pela mesma instituição. Possui pós-graduação em TEA, TDAH e Inclusão: Saúde, Família e Sociedade pela PUC-SP. Em sua formação complementar, cursou disciplinas de pós-graduação relacionadas a arranjo, performance e improvisação na UNICAMP e desenvolveu estudos voltados à composição e educação musical na UNESP, além de realizar diferentes cursos ligados à musicalização infantil.
Como instrumentista, estudou baixo elétrico com músicos como Nilton Wood, Zeli Silva, Itamar Collaço e Ricardo Marão, aprofundando-se também em harmonia, arranjo, improvisação e contraponto. Sua atuação pedagógica abrange baixo elétrico de quatro, cinco e seis cordas, baixo fretless, ukulele, violão, prática de banda e educação musical infantil.
Com o Ivan Barasnevicius Trio gravou Síntese (2012), Continuum (2014) e o single Minuano (2015). Como artista solo, lançou o EP Colcha de Retalhos – Pt. 1 (2017) e participou também do Beautiful Music Company – Volume 9. Em 2019 fundou a Wonder Maidens, tributo feminino ao Iron Maiden, participando também da produção de trabalhos audiovisuais da banda.
Em 2026 participou, ao lado de Ivan Barasnevicius e Elder de Souza, das gravações do álbum Desembrulhaê, do cantor e compositor Mario Neia. Os músicos participam também do álbum II, com lançamento previsto para 2027.
Entre 2007 e 2009 foi colaboradora da revista Cover Baixo, para a qual produziu transcrições, análises e matérias especializadas. No EMIB, reúne sua experiência como instrumentista e educadora em um trabalho voltado a crianças, jovens e adultos.
Elizabeth Keresztes possui formação musical pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos e desenvolveu seus estudos de piano com Isabel Mourão, Gilberto Tinetti e Heitor Alimonda. Na área do canto, estudou com Celina Sampaio e posteriormente aperfeiçoou-se com a cantora Margarita Schack.
Ao longo de sua trajetória participou de cursos, festivais e atividades de extensão dedicados à interpretação musical, entre eles o Festival Claudio Monteverdi, além de atividades realizadas em Belo Horizonte, Ouro Preto e Teresópolis. Sua experiência artística inclui recitais com diferentes programas de música de câmara e atuação como cantora em repertório de concerto.
No EMIB, atua nos cursos de piano popular, piano erudito, teclado e canto erudito, trabalhando aspectos técnicos e interpretativos de acordo com o repertório e os objetivos de cada aluno.
Elder de Souza iniciou seus estudos de bateria aos 11 anos e realizou sua formação musical na antiga Universidade Livre de Música – ULM, atual EMESP, onde estudou bateria, harmonia popular, história da música e percepção musical. Integrou também a Orquestra Jovem Tom Jobim, sob a regência do maestro Roberto Sion.
Ao longo de sua carreira, apresentou-se com músicos e grupos como Hermeto Pascoal, Raul de Souza, Hector Costita, Ademilde Fonseca, Pepe Cisneros, Zé Luiz Mazziotti, Sizão Machado, Celso Pixinga, Itamar Collaço, Michel Leme, Grupo Ôctôctô e Fat Family, entre outros. Sua experiência inclui apresentações em espaços como Sala São Paulo, Memorial da América Latina, unidades do SESC, Virada Cultural e Fundação Ema Klabin.
Em sua discografia estão participações nos álbuns Influência Brasileira e Música Diferente, de Rodrigo Chenta, no EP Colcha de Retalhos – Pt. 1, de Dé Bermudez, e em Nesse Momento, de Mari Lírios. Em 2026 participou, com Ivan Barasnevicius e Dé Bermudez, das gravações de Desembrulhaê, do cantor e compositor Mario Neia. O trio participa também do álbum II, com lançamento previsto para 2027.
No EMIB, dedica sua experiência como instrumentista e sua formação musical ao ensino de bateria, trabalhando técnica, coordenação, repertório, leitura, percepção rítmica e diferentes linguagens musicais de acordo com o desenvolvimento de cada aluno.
Pedro Pimentel é guitarrista e profissional de áudio, com formação em Guitarra Fusion pela EM&T e estudos em áudio e acústica pelo IAV. Em sua formação como instrumentista teve contato com professores como Mozart Mello, Jefferson Ardanuy, Silas Fernandes, Edu Letti e Wilson Ramos. Sua trajetória reúne atividades de instrumentista, produtor, técnico de áudio, editor, mixador e masterizador.
Na área de produção musical, trabalhou em gravações de CDs, singles e DVDs de diferentes gêneros, além de jingles, trilhas, vinhetas e outros materiais de áudio. Atuou também na TV Cia. da Música, participando da produção e registro de conteúdos com diversos instrumentistas brasileiros. Atualmente desenvolve trabalhos de gravação, edição, mixagem, masterização e restauração de áudio.
Como guitarrista, integrou a banda Morfina e participou da produção do álbum Entorpecendo a sua Alma. Em sua discografia solo estão o trabalho instrumental Pedro Pimentel e o álbum vocal Stereotypes. Também participou da produção musical da websérie Alky Mykos de Beta Cete, projeto do qual surgiram os álbuns Orbital Amendoim e Código Estelar.
Paulo César Soares é licenciado em Música pela Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA. Sua formação inclui também estudos de piano pela Metodologia Essenfelder e cursos nas áreas de composição, arranjo, pré-produção, mixagem e masterização. O trabalho de conclusão de sua licenciatura foi dedicado ao processo de produção musical de duas faixas do EP Solidez.
Atua como cantor, professor e produtor musical, reunindo experiência em performance vocal, ensino e produção fonográfica. Sua trajetória inclui mais de uma década de atividades musicais, inicialmente também vinculadas ao repertório litúrgico.
Na área de produção, gravou e produziu os singles Reconstrução (2020), de Karen Carvalho, e Oceano de Amor (2021), de Mateus Morari, além de outros trabalhos e produções de repertório. No EMIB, atua principalmente com canto popular e iniciação ao piano.
Claudionor Lima é um versátil profissional da música, com sólida formação que une a prática artística à gestão cultural. Bacharel em Música com MBA em Marketing, Comunicação e Eventos, e pós-graduado em Gestão Cultural, ele possui uma trajetória que abrange a docência, a produção artística e a experiência em grandes orquestras. Como educador, atua desde 2013 no ensino de instrumentos como violino, viola de arco e cavaquinho, com vasta experiência em instituições como a Prefeitura de Santana de Parnaíba, Casa da Música de Diadema e SESI, além de utilizar metodologias reconhecidas como o método Suzuki e Alla Corda.
Sua carreira artística inclui uma década como violista na Orquestra Sinfônica Heliópolis (2003-2013), com a qual realizou turnês internacionais pela Europa e apresentou-se em renomados palcos ao lado de artistas consagrados. Paralelamente, possui experiência em produção executiva e artística, tendo atuado em eventos de grande porte, orquestras e instituições culturais como o Instituto Baccarelli e a Santa Marcelina Cultura.
Estúdio A Chave
Chenta's House Studio
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(próximo ao metrô Santos-Imigrantes)
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